18 de set. de 2010

Gula Final



Doce de Pêra em Calda


Ingredientes para Doce de Pêra em Calda:

1/2 xícara de chá de açúcar
1/2 xícara de chá de água
1 xícara de chá de água
6 colheres de sopa de chocolate em pó
3 colheres de café de essência de baunilha
6 colheres de sopa de creme de leite light
3 pêras sem casca ao meio

Como Preparar Doce de Pêra em Calda:

Corte em fatias finas cada metade da pêra para formar um leque, mas sem soltá-las do cabinho.

Coloque o açúcar, a água e a baunilha em uma fôrma refratária e leve ao microondas em potência alta, por 5 a 6 minutos, até ferver e formar uma calda; mexa 2 vezes. Coloque cuidadosamente as peras nessa calda, com a parte da polpa virada para fora.

Regue-as com a calda usando uma colher. Tampe e leve ao microondas em potência alta por 4 minutos, ou até que as peras estejam macias.

Retire uma a uma com escumadeira e coloque-as em pratos individuais; reserve a calda.
Coloque o chocolate em uma tigela, junto com o creme de leite, misture e adicione 7 colheres de sopa da calda reservada.

Torne a misturar e leve ao microondas em potência alta por 3 a 4 minutos, ou até engrossar ligeiramente, mexendo 3 vezes. Guarneça cada pêra com a calda de chocolate.


Coxinha de galinha

Ingredientes:

Massa:

08 copos (americanos) de água;
02 copos (americanos) de leite;
02 cubos de caldo de galinha;
10 colheres (sopa) de óleo;
10 colheres (chá) de sal;
01 kg de farinha de trigo.

Preparo:

Coloque em uma panela grande, a água, o leite, os cubos de caldo de galinha, o óleo e o sal.
Aqueça até levantar fervura, desligue o fogo e junte toda a farinha de trigo, de uma só vez, vai empelotar, não se preocupe, mexa bem até virar uma grande pelota de massa.
Junte 2 colheres de sopa de margarina (bem cheias) ligue o fogo novamente e com a colher de pau frite a massa até desgrudar da panela.
Despeje a bola de massa sobre uma superfície lisa cubra com um pano e deixe esfriar.
Quando conseguir mexer na massa sem se queimar amasse bem com as mãos até ficar bem lisa e se sobrar algum carocinho de farinha pode tirar, para que a massa fique bem homogênea.

* Não aconselho guardar a massa na geladeira. É bom fazer todos os salgadinhos e congelar depois de prontos.
* Com essa massa você pode além de coxinhas, fazer risoles, ficam ótimos e não dão tanto trabalho quanto as coxinhas.

Para empanar, bata com um garfo, 2 ovos com um copo de leite. Passe os salgados prontos por essa mistura e em seguida na farinha de rosca.

* Frite em óleo bem quente ou congele, se for congelar, faça com os salgados crus.


Recheio

Prefiro o peito de frango sem pele por ser mais fácil e conter menos gordura, mas pode utilizar um frango inteiro, procure retirar toda pele, além de mais saudável fica mais bonito.

Cozinhe 1 frango (ou 2 peitos) com 2 cubinhos de caldo em uma panela de pressão.

* Para dizer a verdade nunca parei pra cronometrar o tempo de cozimento, sempre foi mais pela experiência, mas você pode dar uma olhada depois de 30 minutos, a carne tem que soltar facilmente dos ossos.

Despeje em um escorredor (se você gostar, pode aproveitar o caldo para refogar um arroz ou fazer um escaldado, fica bom) deixe esfriar.

Prepare um refogado com cebola bem picadinha, alho e pimenta a gosto, junte a carne desfiada, acrescente tomate picado e pimentão, milho verde e azeitona picada.
Siga as instruções e tenho certeza que não vai errar.

Dicas: Além da coxinha e do risole você pode também fazer pneuzinhos. Escalde algumas salsichas com água fervente, escorra e seque, envolva cada salsicha com uma camada fina de massa, corte em rodelas, cada salsicha da mais ou menos 8 pneuzinhos, passe pelo ovo e pela farinha de rosca, frite normalmente, a criançada adora ( e os marmanjos também).

Aviso para quem está de dieta, é fritura altamente calórica, mas é muito boa e fácil de fazer. A massa rende cerca de 30 coxinhas grandes, 150 pequenas, 200 risoles, vai depender do tamanho dos salgados.
A massa e o recheio ficam prontos em meia hora, mas levam cerca de uma hora para esfriarem. Para modelar os salgados e empanar mais uma hora que perfazem um total de mais ou menos duas hora e meia.


Bom galera esse é o ultimo post deste blog eu Rodrigo não vou mais postar aki nesse blog. Quero primeiramente agradecer a DEUS e a todos que sempre me ajudaram a fazser esse blog ir ao ar. Muito obrigado mesmo. Foi muito bom eu estar aqui aprendei muita coisa e vou levar essa lembrança pra sempre no meu coração Galera fikem com DEUS

Mas não fikem triste agora eu estou no meu novo blog Hobby www.hhoobbyy.blogspot.com entrem la e se divistam.


Vlw gente que DEUS abençoe todos voces

11 de set. de 2010

Restaurante Week chega a Belo Horizonte


O evento de gastronomia Restaurante Week, que termina no próximo domingo em São Paulo, segue para a capital mineira dia 20, onde permanece até 3 de outubro. Durante esses 14 dias os restaurantes participantes devem oferecer menus especiais compostos por entrada, prato principal e sobremesa por valores fixos: R$ 27,50, no almoço, e R$ 39, no jantar.

Ainda para cada refeição será adicionado R$ 1, que é revertido para entidades sócias como Ação Criança, Projeto Uerê, Fundação Nosso Lar e Instituto Andrade. O Restaurante Week nasceu na cidade americana de Nova York há 18 anos e já se espalhou por mais de 100 cidades no mundo. No Brasil o projeto é realizado desde 2007 e conta, além de Belo Horizonte, com a participação de Brasília, Salvador, São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre.

4 de set. de 2010

Bolo de chocolate com cobertura


Ingredientes: massa
1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
1 pitada de sal
150 g de chocolate meio amargo picado
3 claras
1/2 xícara (chá) de açúcar refinado
150 g de manteiga em temperatura ambiente
4 colheres (sopa) de açúcar de confeiteiro
4 gemas
um pouco menos de 1 colher (chá) de essência de baunilha
cobertura
50 g de chocolate ao leite picado
1 colher (sopa) de mel
2 colheres (sopa) de leite condensado

Modo de Preparo:
Ligue o forno à temperatura baixa. Peneire numa tigela a farinha de trigo com o sal. Derreta o chocolate meio amargo em banho-maria e reserve. Bata as claras na batedeira até obter picos firmes. Sem parar de bater, adicione, aos poucos, o açúcar refinado e bata até obter um merengue brilhante. Transfira para uma tigela e reserve. Na mesma tigela da batedeira, bata a manteiga (reserve 1 colher de sopa) por 4 minutos com o açúcar de confeiteiro. Adicione as gemas e a baunilha e bata por mais 3 minutos. Junte o chocolate derretido (já bem morno) e mexa cuidadosamente até ficar homogêneo. Acrescente 1/3 do merengue e misture cuidadosamente com uma espátula. Incorpore, aos poucos e mexendo com cuidado, os ingredientes secos peneirados. Por fim, misture o restante do merengue e mexa delicadamente até a massa ficar homogênea. Com a manteiga reservada, unte uma assadeira de aro removível de 20 cm de diâmetro e distribua a massa. Leve ao forno por 1 hora e 15 minutos. Retire o bolo do forno e deixe esfriar na própria assadeira. Em seguida, desenforme sobre uma grade de metal e cubra o bolo com papel-alumínio. Deixe descansar por 12 horas. Em seguida, disponha o bolo num prato grande, apare as laterais e a superfície para ficar bem uniforme e reserve as migalhas. Cobertura: derreta o chocolate ao leite em banho-maria. Retire do fogo e, assim que amornar, misture o mel e o leite condensado. Espalhe a cobertura sobre o bolo, alisando com uma faca. Esfarele as migalhas reservadas e peneire nas laterais do bolo. Antes de servir, guarde o bolo em local fresco ou na geladeira por 45 minutos.

28 de ago. de 2010

Saiba como preparar seu próprio blend de café


Adora café e gostaria de saborear diferentes blends (misturas de grãos variados)? Pois saiba que você mesmo pode produzi-los em casa. Confira as dicas e os passos listados por Ensei Neto, consultor especialista em marketing e qualidade de cafés especiais, e satisfaça seu paladar:

1) O ideal é que a bebida seja feita a partir de diferentes cafés em grãos. Caso não tenha acesso a eles, vale apostar nos torrados e moídos. Comece com duas marcas diferentes, preferencialmente com as que identificam a origem do café (Sul de Minas, Cerrado ou Mogiana, por exemplo);

2) Prove as duas opções separadamente e conheça como são;

3) Em seguida, faça dois testes: use 1/3 de uma e 2/3 da outra para preparar o blend. Depois de saboreá-lo, misture os ingredientes na proporção inversa e sinta o segundo sabor. De qual gostou mais?;

4) Para elaborar os blends, use (de preferência) água mineral levemente ácida, evitando as com muitos minerais. Se possível, moa os grãos a cada preparo;

5) A quantidade de pó depende do gosto de cada um. O cafezinho tipicamente brasileiro conta, de maneira geral, com cinco a seis colheres de sopa cheias (cerca de 100g) para um litro de água.

21 de ago. de 2010

Pão de azeitonas e queijo


Ingredientes: 3 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento biológico seco
1 pitada de sal
1 colher (sopa) de açúcar
óleo
10 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
2 ovos
5 colheres (sopa) de queijo pecorino ralado
60 g de azeitonas pretas sem caroço
2 ramos de tomilho
100 g de presunto cru
1 gema
1 colher (sopa) de leite

Modo de Preparo:
Misture a farinha com o fermento, o sal, o açúcar, 1 colher (sopa) de óleo e metade do queijo parmesão. Sove a massa, incorporando, aos poucos, cerca de 100 ml de água morna. Acrescente os ovos batidos, o queijo pecorino, o queijo parmesão restante, as azeitonas, as folhas de tomilho e o presunto picado. Sove bem a massa até que comece a soltar das mãos. Forme uma bola, faça uma cruz e deixe descansar por 1 hora em local morno. Em seguida, transfira a massa para uma fôrma de pão, com capacidade para 1 litro, untada. Cubra com um pano de prato e deixe crescer em local morno por 1 hora. Pincele a superfície com a gema diluída no leite e asse em forno médio por 1 hora, ou até que enfiando um palito ele saia limpo. Desenforme o pão, corte-o em fatias e sirva morno.

14 de ago. de 2010

Salada com salsão


Ingredientes: 1 pé de alface americana
2 tomates caqui
6 talos de salsão
molho
6 colheres (sopa) de azeite de oliva
2 colheres (sopa) de vinagre de vinho tinto
1 colher (sopa) de vinho tinto
1 dente de alho amassado
½ colher (chá) de orégano
sal e pimenta-do-reino

Modo de Preparo:
Lave bem a alface, tomates e talos de salsão. Rasgue grosseiramente a alface, fatie os tomates e corte os talos de salsão em palitos. Arrume em uma saladeira. Prepare o molho colocando em um vidro com tampa todos os ingredientes. Tampe e agite bem. Sirva sobre a salada eliminando os dentes de alho.

7 de ago. de 2010

Sopa de chocolate com frutas vermelhas

Ingredientes: 500 gr de chocolate ao leite
500 gr de chocolate meio amargo
1 litro de creme de leite fresco
1 fava de baunilha
1 xícara de café de conhaque
500 ml de leite
2 bandejas de morangos frescos
1 bandeija de amora fresca (opcional)
2 bandeijas de framboesa fresca

Modo de Preparo:
Derreter em fogo baixo os chocolates, juntamente com o creme de leite fresco. Misturar o leite com a baunilha e deixar engrossar. Coar e misturar com o chocolate derretido e mexer bem por cinco minutos. Desligar o fogo e acrescentar o conhaque. Servir quente. Picar o morango em quatro e misturar com as amoras e framboesas inteiras. Montagem: Colocar as frutas picadas no consome, acrescentar a sopa de chocolate quente e por cima e colocar um fio de creme de leite fresco.

31 de jul. de 2010

Confira o que você pode comer com até R$5


Saiu de casa com pouco dinheiro e esqueceu o cartão? O mês está inacabável e você tem apenas uns trocados até receber novamente? Não tem dinheiro sobrando e passa sufoco na hora de comer na rua? Está a fim de almoçar apenas com o troco do jornal?

A BBC inglesa fez um especial de refeições por menos de US$1 ao redor do mundo. Nós então resolvemos fazer um sobre o que comer com pouco dinheiro por aqui pelo Brasil, e estabelecemos o limite de R$5,00 por lanche ou refeição. Economize. Aproveite!

17 de jul. de 2010

Aprenda a fazer uma deliciosa empada de palmito da vovó


Bastante popular no Brasil a empada é perfeita para aqueles momentos em que o tempo está curto. Esta receita é feita com a tradicional massa podre, feita de farinha e manteiga, com consistência crocante e sequinha. Da água na boca só de imaginar o aroma que fica no ar enquanto a massa fica pronta.

Este aperitivo serve para momentos de reunião entre amigos e familiares e também como acompanhamento para refeições. Para saboreá-la não é necessário estar à mesa. Um simples guardanapo e uma boa boca já bastam.

A receita ilustrada nesta matéria pertence à Léa Paterno, uma avozinha que adora passar suas receitas de forma completa. Ela não tem ciúmes de publicar seus segredinhos e ofereceu ao Terra todos os detalhes e dicas para que todos possam fazer a empadinha de palmito da forma mais gostosa e completa. "Faço esta empadinha há muitos anos. Meus filhos e netos adoram e espero que conquiste mais adeptos, pois esta receita é muito fácil e gostosa de fazer". Disse a vovó orgulhosa.

Confira a galeria de fotos com o passo a passo da receita de Empadinha de Palmito da Vovó e bom apetite. Veja receita completa

10 de jul. de 2010

Fondue de Chocolate


Tipo de Culinária: França
Categoria: Doces
Subcategorias: Cremes
Rendimento: 4 porções
Nada melhor que um delicioso fondue de chocolate com frutas, entre elas, morango, para esquentar o clima.
Receita originária da França.

Ingredientes

300 gr de chocolate picado(s)
100 gr de chocolate meio amargo picado(s)
250 ml de creme de leite fresco
1 dose(s) de conhaque

Modo de preparo


Levar os chocolates e o creme de leite ao fogo, em banho-maria, mexendo sempre. Não deixar a água ferver. Depois de obter uma mistura homogênia, retirar do banho-mariaver vídeo e adicionar o conhaque. levar ao fogareiro na mesa.

3 de jul. de 2010

Os dois lados do vegetarianismo


Saiba como fazer uma boa dieta à base de vegetais.

Ao contrário do que muitos pensam, a culinária japonesa não é baseada apenas em sushis e sashimis. Na dieta dos japoneses há muitos vegetais. Segundo o nutricionista Paulo Nunes, são vegetarianas as pessoas que excluem da sua dieta carne e alimentos derivados. “Os ovolactovegetarianos consomem também ovos e leite, e os lacto-vegetarianos leite e lacticínios”, explica. Por auto-iniciativa ou por conselho de um médico, muitas pessoas seguem hoje em dia uma dieta vegetariana. Mas, isso pode ser uma verdadeira faca de dois “legumes”.

“Não existe problema seguir uma dieta vegetariana, mas ela precisa ser equilibrada”, afirma Nunes. Nesse caso, segundo ele, a dieta torna-se eficaz, pois equilibra os níveis de colesterol, reduz o risco de doenças cardiovasculares e pode também evitar alguns tipos de câncer.

Uma dieta vegetariana pode ser benéfica, mas também pode trazer prejuízos para a saúde. “As proteínas, que são encontradas em grande quantidade nas carnes vermelhas, são fundamentais para o organismo. Elas são responsáveis pela construção e manutenção dos tecidos, formação de enzimas, hormônios e anticorpos”, afirma o especialista.

Além disso, é uma opção que torna-se carente em vitamina B12. “A B12 é uma vitamina fundamental para o nosso organismo. Para compensar, existem suplementos a serem tomados que repõem essas necessidades”.

Por isso, se você já segue ou pretende seguir uma dieta vegetariana, consulte um especialista. É a melhor maneira de levar uma vida saudável, sem que você precise abrir mão de alguns princípios.

26 de jun. de 2010

A Origem do Trigo

A origem do trigo é bastante remota. O homem cultiva o Triticum vulgare, pelo menos, há seis mil anos, no início, triturando-o entre pedras rústicas, para aproveitar a farinha. Foram encontrados grãos de trigo nos jazigos de múmias do Egito, nas ruínas das habitações lacustres da Suíça e nos tijolos da pirâmide de Dashur, cuja construção data de mais de três mil anos a.C.

A origem do precioso grão mistura-se com as lendas de quase todas as religiões: os egípcios atribuíam o seu aparecimento à Deusa Isis; os fenícios à Dagon; os hindus à Brama; os árabes à São Miguel; os cristãos à Deus.

O uso do pão branco, de massa fermentada, é atribuído aos egípcios, 20 a 30 séculos a.C. Com o passar dos tempos, a técnica de fabricação foi aperfeiçoada, permitindo controlar melhor a fermentação.

Devido à seleção dos produtores e, mais recentemente, ao trabalho de pesquisas científicas, a cultura do trigo ampliou-se, ocupando áreas cada vez maiores e alcançando produtividade maior.

Fonte: Embrapa Trigo

A importância das Fibras

A importância das fibras é que elas previnem doenças como prisão de ventre, hemorróidas e estudos ainda aplicam a sua eficácia sobre doenças coronarianas como colesterol, e diverticulite, apendicite diabete e câncer de cólon por exemplo.

19 de jun. de 2010

Açúcares


O açúcar
A palavra açúcar vem do sânscrito çar-kara (grãos de areia), que significa prazer e, por extensão, delícia, doçura. O açúcar já foi tão precioso que era privilégio dos ricos. O açúcar empregado na cozinha é o proveniente da cana, e pode ser encontrado em várias formas:

Açúcar refinado - é o mais comum, extraído da cana pelo processo de moagem, evaporação e centrifugação, sendo utilizado na sua forma original (pequenos cristais) ou dissolvido em calda, na preparação da maioria dos doces.
Açúcar mascavo - é o açúcar não refinado, de coloração amarelo-escura. Pode, em alguns casos, substituir o açúcar refinado, sendo usado em preparações no microondas e para polvilhar fôrmas untadas. Também se presta à decoração de mesas, imitando terra.
O açúcar mascavo prensado em barra é a rapadura. É mais natural do que o refinado e, portanto, mais saudável, podendo ser usado em dietas de emagrecimento ou desintoxicação.
Açúcar de confeiteiro - é o açúcar refinado, de textura finíssima, que se usa em cremes, como o chantili, dando-lhes uma textura mais fina e leve. Costuma-se também polvilha-lo sobre doces depois de prontos. O açúcar de confeiteiro deve ser sempre peneirado antes do uso.
Açúcar cristal - açúcar granulado empregado em caldas ou para envolver docinhos.

Caldas de açúcar
Para que os doces adquiram o sabor e a consistência desejados, é muito importante acertar o ponto da calda. A proporção geralmente é de ½ quilo de açúcar para cada 2 xícaras de chá de água.

Ponto de pasta - é aquele de consistência mais tênue. A quantidade de água deve corresponder à metade do peso do açúcar. Para verificar se está no ponto, mergulhe uma escumadeira no centro da panela. A calda deve aderir e escorrer, formando uma espécie de cortina.

Ponto de fio brando - para reconhecê-lo, pingue uma pequena porção da calda num pires com água, deixe esfriar um pouco e pegue-a com o polegar e o indicador, fazendo movimentos de abrir e fechar os dedos. Se formar um fio quebradiço, a calda está no ponto.

Ponto de fio grosso - igual anterior, porém, ao testar a consistência da calda entre os dedos, o fio não deve se quebrar.

Ponto de bala mole - pingue um pouco da calda em uma xícara com água fria e pegue-a com o polegar e o indicador. Deverá formar uma bolinha mole que perde a forma.

Ponto de bala dura - igual ao procedimento anterior. Porém ao testar a consistência da calda entre os dedos, você deverá obter uma bolinha que não perde a forma.

Ponto de quebrar - pingue uma porção da calda numa xícara com água fria. Se ela estalar ao contato com a água e quebrar quando apertada com os dedos, está no ponto.

12 de jun. de 2010

A deliciosa fragrância do Cravo-da-Índia


Pequenina e saborosa, a cobiçada especiaria se destaca pelo suave aroma e se adapta perfeitamente aos pequenos e clássicos frascos. E, não são dos pequenos frascos que provêm os melhores perfumes?

Provavelmente o fogo mais perfumado de toda a história tenha sido inflamado nas florestas das ilhas Moluccas – a única província da Indonésia em que apenas de 10% da área da superfície total da terra se faz acima do nível do mar –, por volta do começo do século XIX. As fontes do delicioso cheiro exalado descenderam das árvores do cravo-da-índia que, enquanto ardiam em chamas, podiam ser detectados por milhas e milhas de distância.

Zona de transição entre a fauna e a flora asiática, suas 1000 ilhas, aproximadamente, suportavam uma população de menos de 1,7 milhão de pessoas e detinham o monopólio desse comércio. Por isso, quando o homem descobriu o delicioso sabor do cravo-da-índia, Moluccas ficou fragilizada pela invasão de outros povos, como os portugueses, os ingleses e os holandeses que estavam em busca do “ouro negro” – isso porque seu peso chegou a valer mais do que o próprio ouro.

Como o cravo-da-índia havia se transformado em uma das especiarias mais caras do mundo ocidental, a idéia de incendiar as árvores partiu justamente dos holandeses na tentativa de não estocar o produto. Com isso, conseguiam lucrar mantendo os preços altos. Mas os nativos dessa área acreditavam que a vida das árvores estava relacionada à vida das suas crianças e rebelaram-se contra os invasores. A revolta foi conduzida por Pattimura, que ficou conhecido como um dos heróis da Indonésia.

Hálito Puro

Nessa época, os especialistas imaginavam que o cravo-da-índia florescia somente em Moluccas, mas estavam errados. A árvore cresce em clima tropical montanhoso, em locais onde, costuma-se dizer: pode-se ver o mar. Tanto que registros confirmam a presença da especiaria no oriente onde já era, há muito tempo, importante para milhares de chineses.

Um dado, no mínimo curioso, mostra que durante a dinastia Han (206 a.C. - 220 d.C.), as pessoas que quisessem se dirigir ao imperador Wu, deveriam prendem alguns ting hsiang, ou cravos-da-índia, na boca para que seu hálito permanecesse puro e refrescante. E, em alguns locais da Índia e da Pérsia, ainda hoje são atribuídas propriedades afrodisíacas à especiaria.

Suas sementes foram cruzando fronteiras, atravessando mares e chegando em ilhas africanas como a de Madagascar, antiga colônia francesa, e também Zanzibar. Gradualmente, esses lugares se transformaram nos principais produtores de cravo-da-índia do mundo. Esse alimento faz parte do grupo de especiarias que motivaram os portugueses a chegar à Índia por mar. É bem provável que no Brasil, o cravo-da-índia tenha chegado através dos lusos. Hoje ele é cultivado em regiões quentes.

Formato de Prego

O botão do cravo-da-índia, Syzygium aromaticum, é composto por uma haste e uma cabeça. Essa descrição também se adapta à uma ferramenta muito conhecida dos marceneiros: o prego. Após o plantio, a árvore começa a florescer em aproximadamente 7 anos e continua a produzir cravos até os 80 anos.

Os brotos devem ser escolhidos imediatamente quando as cabeças dos cravos desenvolverem a coloração rosa claro – antes que se abrem. Se a flor desabrochar, o cravo-da-índia não terá valor como especiaria. Uma árvore madura, geralmente produz 18 quilos em uma safra. E, cada quilo, possui, aproximadamente 14 mil brotos. Após serem secos, a tonalidade da haste muda para o marrom escuro e, as cabeças, para o marrom um pouco mais claro e, durante o processo de secagem, chegam a perder dois terços do seu peso colhido.

O cravo-da-índia é usado no famoso Worcestershire sauce (molho inglês) e largamente aproveitado como tempero na cozinha. Seja para macerar caça, temperar couve ou até para aromatizar vinho quente e ponche, como era do costume da antiga nobreza que, também, selecionava os pratos que seriam aromatizados com a especiaria. No mercado, encontra-se inteiro ou em pó.

Outra utilização é para perfumar cigarros, chamados de kretek na Indonésia. O óleo de cravo é muito utilizado na cosmética e na indústria farmacêutica e as suas propriedades são conhecidas no tratamento de cáries dentárias. O cravo-da-índia é um importante ingrediente e muito utilizado como fragrância dos incensos japoneses.

5 de jun. de 2010

Queijos, uma festa de sabores


O queijo é um dos mais antigos alimentos preparados que a história da humanidade registra. Desde o reinado dos Césares, o queijo tomou uma parte significativa na alimentação dos povos italianos. Acredita? Pois bem, a Itália produz, anualmente, 900.000 toneladas de queijos com mais de 100 diferentes tipos. De sabores e perfumes tão peculiares quanto atraentes, dos mais fortes aos mais suaves, os queijos italianos encantam paladares do mundo inteiro.

"És forte porque estás próximo da origem da criatura. És nutritivo porque manténs o melhor do leite. És quente, porque és gordo..." Hipócrates/450 a.c.

Texto: Ricardo Bucci
Fotos: Joel Gonzalez
Produção: Marly Arnaud

A arte da fabricação de queijos tem seu início perdido num passado remotíssimo, nada menos do que há 12 mil anos antes do nascimento de Cristo, num período conhecido como paleolítico superior. Segundo a lenda, o queijo teria sido descoberto por um dos filhos de Apolo, Aristeu, Rei da Arcádia. Os egípcios estão entre os primeiros povos que cuidaram do gado e tiveram, no leite e no queijo, fonte importante de sua alimentação. Isso foi possível porque o fértil vale do Nilo possuía pastagens cheias de gado. Tão importante era o bovino para os egípcios que a simbologia desse povo eternizou sua importância colocando chifres de vaca sobre a cabeça da deusa Hathor. Queijos feitos de leite de vaca, de cabra e de ovelha também foram encontrados em muitas tumbas egípcias.

Tradição italiana

Passagens bíblicas registram o queijo como um dos alimentos da época. Na Europa, os gregos foram os primeiros a adotá-lo em seus cardápios, feito exclusivamente com leite de cabras e de ovelhas, animais que criavam. Entretanto, os romanos foram os responsáveis pela maior divulgação dos queijos pelo mundo. Na expansão de seu Império eles levaram vários tipos à Roma. Elevaram o nível do queijo, transformando-o de simples alimento para uma iguaria indispensável nas refeições dos nobres e em grandes banquetes imperiais. Os romanos apreciavam o queijo, do qual fabricavam inúmeras variedades e cujas virtudes conheciam, pois utilizavam-no na alimentação dos soldados e atletas. O queijo primitivo era apenas o leite coagulado, desprovido de soro e salgado. A partir da Idade Média, a fabricação de queijos finos ficaria restrita aos mosteiros católicos, com novas receitas desenvolvidas por seus monges. A técnica de produção queijeira modernizou-se no decorrer do tempo. Utilizam-se, em alguns queijos, esporos de fungos n´água e adicionados ao leite.

Um dos mais conhecidos queijos em todo o mundo é o Gorgonzola, um queijo picante com características de veias azuis semelhante ao Stilton e ao Roquefort francês. Conta-se que o Gorgonzola teve origem em uma cidade do mesmo nome, próximo de Milão. A história registra que, no ano de 879 d.c, o bispo de Milão fez uma doação de Gorgonzola à escola de Santo Ambrósio.

Outros famosos queijos italianos são o Parmesão, também um produto da Lombardia. Estes dois queijos e outros como o Caccio Cavalo e o Provolone são queijos duros e secos, usados ralados como condimentos em sopas, macarranodas, spaghetti e outros pratos. Existem queijos para todos os gostos e ocasiões. Industrializados ou caseiros, podem ser servidos como petisco, na sobremesa, no café da manhã ou em lanches. Ou melhor, fazem o cardápio da festa italiana mais gostosa e prática que existe: queijos e vinhos.

Queijos típicos italianos

As primeiras referências ao Gorgonzola datam do ano 879 depois de Cristo. Originário da cidade da qual herdou o nome, este queijo azul é feito de leite não pasteurizado de vaca. Sabor? Levemente salgado e picante. A textura é semimacia e quebradiça e com ácumulo de bolor no centro da peça. Acompanha vinhos brancos, como o Dolce Amarone e o Barbera D´Asti.

O Mascarpone é um queijo fresco que tem consistência de manteiga amolecida. Ele é feito de leite de vaca, sem sal. Branco da cor da neve, está pronto para ser consumido no espaço de vinte e quatro horas e tem sua melhor qualidade durante os meses do outuno e inverno.

Pode ser consumido no seu estado natural ou servido como uma sobremesa. É delicioso quando misturado com chocolate, café, brandy ou licor. Tem aplicações na culinária, principalmente na preparação de massas de pastelaria, sobremesas e pratos com vegetais. Acompanha bem vinhos brancos suaves.

A Mussarela é um queijo fresco da região da Campânia, a princípio produzido com leite de búfala, mas hoje feito em todo o mundo a partir de leite de vaca. Sua fabricação iniciou-se por volta do século XVI. Uma boa mussarela deve possuir uma crosta fina, consistência semi-dura, textura compacta, fechada, coloração esbranquiçada, odor suave e sabor ligeiramente ácido e salgado.
É um queijo coalhado, para ser consumido fresco, fatiável, com textura firme, sabor e aroma que lembram o leite de que é feito.
É indispensável nas pizzas e lazanhas. Hum...

Já a Mussarela de búfala apresenta um sabor adocicado e refrescante. Consumida in natura como aperitivo, tem a vantagem de ser mais leve do que os queijos comuns. Acompanha vinhos tintos leves e com o Ishia e Biancolella. Na Campânia encontramos também o Caccio Cavalo.
Seu formato assemelha-se a um casco
de cavalo. Ótimo com torradas e receitas diversas.

O Parmesão é um queijo firme cozido, originário da cidade de Parma, na rica região de Emilia-Romagna. É um dos mais conhecidos e imitados em todo o mundo. Suas principais características são o baixo teor de umidade e a textura granular,
o que vale o nome de queijo Grana. Este queijo nasceu no Vale do Pó por volta de 1200.

A massa é dura, compacta e quebradiça, de untura seca, cor amarelo-palha e odor e sabor picante e forte. Porém, o queijo autêntico é o Parmiggiano Reggiano. É feito de leite desnatado de vaca e guardado por pelo menos um ano para "curar". Seu sabor é rico e picante, o que faz com que seja um dos queijos mais utilizados em receitas culinárias. Ralado é excelente em sopas, macarronadas, polentas e risotos. Acompanha os vinhos como o Lambrusco tinto.

O Pecorino romano é um dos queijos mais velhos do mundo. Sua história pode ser traçada para 2.000 anos atrás. A lenda fala que, na preparação para uma viagem, um pastor teve a idéia de encher sua garrafa da pele de carneiro com o leite de ovelha. O pastor ficou intrigado com o resultado, um novo alimento delicioso e saboroso que pode ter sido o primeiro queijo do mundo. Este queijo de leite de ovelha, é feito originalmente nos laticínios dos arredores de Roma. Tem baixo teor de gordura, massa dura, textura densa, cor branco-acinzentada e sabor salgado e picante. Acompanha vinhos como os Chianti, Valpolicella e Bardolino.

A Ricota é um queijo fresco, macio, sem sal ou quase sem sal, fresco ou defumado. Utilizado em pastas, tortas, doces e recheios. Tem textura fina e sabor suave. Acompanha bem vinhos brancos leves, como o Alsace ou Frascati. No Brasil é produzida usando-se soro como matéria-prima e, por isso, é conhecida por Queijo Albumina.

O Provolone é um queijo muito difundido pelo mundo. Na Itália encontra-se três tipos: picante, doce e extra doce. O Provolone picante lembra o produzido no Brasil, ao passo que o extra doce lembra mais um queijo Mussarela. Os italianos normalmente defumam apenas as peças menores (até 2 Kg). Ao abrir é aconselhável protegê-lo com um pano umido para não ressecar. Acompanha vinhos como o Chianti.

Pedaços de queijos

Há duas versões do Asiago, um queijo não-cozido prensado das montanhas do Vêneto. O Asiago de Allievo é feito com leite integral de vacas alimentadas pelos pastos do Hemisfério Norte. De consistência dura, acompanha bem vinhos como o Barolo, o Barbaresco e o Lambrusco. Já o Assiago Pressato é feito com leite desnatado de vaca. Com textura granulosa, acompanha os vinhos tintos Lambrusco.

O Bitto é um queijo firme cozido, produzido na região da Lombardia. Conhecido desde o século 10, este queijo rústico é elaborado a partir de uma mistura de leite de vaca e de cabra. Quando novo é pálido e cremoso mas assim que amadurece, desenvolve um sabor aromático forte que lembra o Parmesão. Acompanha os vinhos tintos Reccioto Amarone e Barolo.

O Bel paese é um queijo italiano processado da região da Lombardia. Macio, embalado em papel de alumínio com uma textura de manteiga. Pelo seu sabor ácido, é usado como aperitivo, em sanduíches ou sobremesas. Acompanha bem os vinhos tintos.

O Bocconcini é um queijo fresco de mussarela feita geralmente de leite de búfala. É preparada no formato de pequenas bolas. Acompanha bem os vinhos como o Bardolino e o Valpolicella.

O Fiore Sardo é um queijo italiano de leite de ovelha originário da Sardenha, também conhecido como Pecorino Sardo. Tem uma casca natural oleosa que vai do branco ao amarelo e um sabor fresco. Macio quando novo, torna-se duro à medida que envelhece. É melhor utilizado ralado, como tempero. Acompanha bem vinhos tintos da região da Sicília e o Chianti.

O Fontal é um queijo não-cozido prensado, a partir de leite integral de vaca. De casca lisa e massa homogênea, tem um leve sabor ácido e é empregado em receitas de fondue e em gratinados. Acompanha vinhos tintos como os Barbarescos e os Barolos. Já o Fontina também é um não-cozido prensado do Piemonte, onde é produzido desde o século XIII. Com massa amarelada salpicada de pequenos buracos, tem sabor suave e textura elástica. Acompanha vinhos tintos como os Barbarescos.

Outros queijos pouco conhecidos no Brasil, porém saborosos são o Taleggio: macio, fabricado nos Alpes italianos. Apresenta sabor forte com fragância de doces pastagens. Já o queijo Paneer é utilizado na preparação de doces indianos como rasgulha. Buon Appetito!

As grandes famílias dos queijos italianos

Queijos azuis
Notados pela sua massa manchada de azul esverdeado e muito apreciado pelo seu sabor levemente picante, estes queijos estão entre os de fabricação mais antiga de que se tem notícia. Todos os queijos desta família recebem fungos especiais durante sua elaboração, o que resulta nas manchas escuras em sua massa.

Queijos firmes cozidos
São queijos provenientes dos Alpes onde os serranos fabricavam, nas épocas de pastagem, as suas reservas para o inverno (proteínas e cálcio). São queijos de grande formato cujo coalho é aquecido longamente antes da prensagem.

Queijos frescos
São os que só dependem da fermentação do leite para ficarem no ponto certo para o consumo. Podem ser elaborados com leite de vaca, de cabra, de ovelha ou de búfala.

Queijos não-cozidos prensados
Notados pelo seu sabor ácido.

Queijos processados
São queijos elaborados a partir de fórmulas desenvolvidas em laboratórios alimentícios.

Queijos de leite de ovelha
São queijos que apresentam alto teor de gordura, por causa da nata do leite de ovelha e são produzidos em diversos países.

29 de mai. de 2010

Mel


Desde o surgimento do homem na Terra que o mel vem sendo utilizado como alimento. Mas além de suas inúmeras propriedades terapêuticas, o mel também era utilizado para a escrita, a exemplo dos sumários na Mesopotâmia.

Os egípcios usavam o própolis como bactericida e para embalsamar suas múmias. Gregos e romanos seguiam o provérbio: "Mel no interior e óleo no exterior". E foi nessa época que surgiu essa substância açucarada, obtida a partir do néctar das flores.

O mel depende basicamente de dois fatores: abelhas e flores.

Abelhas
Existem no mundo centenas de espécies de abelhas. Cada uma delas transformando o néctar em mel de uma forma diferente (em função das enzimas agregadas, da capacidade de desidratar o néctar etc.).

Flores

O mel varia a medida que a fonte do néctar também varia. Plantas diferentes produzem néctares também diferentes. Assim como nos vinhos, o solo, o clima, a altitude e a latitude exercem efeitos significativos no néctar produzido pela mesma espécie de planta, e tudo isso contribui para a variabilidade infinita de méis produzidos mundo afora.

Atualmente, diversos pesquisadores estudam o mel, especialmente os russos que têm obtido bons resultados para tratamentos das vias respiratórias, úlceras gástricas, problemas digestivos e feridas.

O mel é elaborado pelas abelhas e depois depositado nos favos da colméia. Ele então é pré-digerido pelas abelhas em glicose e frutose e podem ser diretamente assimiláveis pelo organismo humano.

Ao ser retirado dos favos tem aparência aquosa, depois de um certo tempo apresenta-se pastoso ou granulado pela cristalização de açucares, de acordo com a sua composição.

O mel cristalizado deve ser aquecido em banho-maria, no máximo a 50 º C, para não perder suas propriedades terapêuticas.

Pode possuir diversas cores, de acordo com o tipo de flor, e se mantém íntegro por longos períodos porque a abelha lhe adiciona ácido fórmico, um ótimo conservante, e a inibina, excelente bactericida.

Por que faz bem?
Em sua composição natural, faz bem aos intestinos, estômago, pulmões, garganta, coração, olhos. Tonifica e rejuvenesce a pele e os músculos. O mel de eucalipto é usado como anticéptico, para tratamento de inflamações respiratórias e urinárias, e vermífugo.

O mel mais utilizado é o suave mel de laranjeira com propriedades excelentes antiespasmódicas e sedativas. Recomendado também para nervosismo e palpitações.

A composição do mel varia muito de acordo com a região e o tipo de flor.

Propriedades Terapêuticas

Energético;
Bactericida;
Anticéptico;
Antireumático;
Vasodilatador;
Diurético;
Digestivo;
Hiperglicêmico;
Tonificante;
Antiespasmódico;
Sedativo;
Vermífugo;


22 de mai. de 2010

YOI! Amazônia Gourmet


Mais um importante endereço gastronômico entra na onda dos peixes da Amazônia – um não, mas 22 endereços na capital paulista da rede YOI! Rolls & Temaki. Tucunaré e pirarucu pescados nos rios amazonenses já fazem parte do cardápio das franquias YOI! de Belém e Manaus, onde a rede está presente desde 2008. Em São Paulo, porém, é a primeira vez que estes peixes entram no cardápio.
Quatro receitas ficarão em destaque nas lojas entre os dias 1º de Abril e 31 de Maio. Se agradarem, devem entrar no cardápio permanente a partir do segundo semestre.

“Pirarucu e tucunaré têm características muito particulares e ainda pouco conhecidas no Sudeste”, explica Rogério Frug, diretor geral da YOI! Rolls & Temaki. “Nossa intenção é apresentar novos sabores exóticos aos paulistanos e sair na frente da concorrência.”

Símbolo da Amazônia – Conhecido como ‘o bacalhau da Amazônia’, o pirarucu é um dos maiores peixes de escama do mundo. É fácil pescá-lo, já que ele sobe à superfície da água com frequência para respirar. Quando adulto, atinge quase dois metros e 80 quilos. Símbolo da Amazônia, o pirarucu se alimenta de caramujos, tartarugas, pequenos peixes, cobras e gafanhotos; sua carne é disputada e as escamas são fortemente utilizadas no artesanato local.

Peixe Valente – Bem menor, o tucunaré atinge um metro e dez quilos. Gosta das águas lentas da Amazônia e se alimenta de peixes menores e crustáceos. Conhecido por apresentar uma grande mancha preta na cauda, o tucunaré é um peixe valente que persegue a presa e luta para não ser pescado. Sua carne é geralmente usada em caldeiradas e receitas de forno.

YOI! Amazônia Gourmet
De 1º de Abril a 31 de Maio de 2010
Em todas as lojas YOI! de São Paulo

TEMAKIS DE PIRARUCU (R$ 10,50 cada, na versão normal com 150g)
temaki de peixe empanado com farinha panko e molho sweet chili
e
temaki de peixe marinado ao limão e gengibre com crispy de alecrim

TEMAKIS DE TUCUNARÉ (R$ 10,50 cada, na versão normal com 150g)

temaki de peixe cru em cubos com cream cheese, cebolinha e furikaki
e
temaki de peixe frito com molho tarê e amêndoas laminadas

14 de mai. de 2010

Beiju com salada e molho de cenoura


Ingredientes
• 1 cenoura média
• 2 colheres (sopa) azeite de oliva espanhol
• 2 colheres (chá) açúcar
• 2 xícara (chá) broto de feijão
• 6 folhas radicchio picadas finamente
• 1 xícara (chá) polvilho doce
• Sal e pimenta-do-reino a gosto
Modo de preparo
1
Pique a cenoura, passe por uma centrífuga, aparando em uma panela e junte 1 colher (sopa) de azeite de oliva e o açúcar. Leve ao fogo baixo e cozinhe até encorpar. Retire do fogo e reserve.
2
Tempere o broto de feijão e o radicchio com o sal e a pimenta-do-reino.Reserve.
3
Misture em uma tigela o polvilho com sal. Aos poucos e mexendo com as mãos, adicione 75 ml de água até obter uma massa umedecida.
4
Aqueça uma frigideira antiaderente, distribua um pouco da massa de polvilho, formando uma camada fina (6 cm de diâmetro) e deixe por 30 segundos. Vire de lado e deixe até o beiju ficar cozido e levemente dourado. Repita a operação até terminar a massa.
5
Montagem: distribua o recheio de salada sobre os beijus, faça rolinhos e arrume nos pratos. Regue com o azeite de oliva restante e com o molho de cenoura.

8 de mai. de 2010

Tagliolini ao creme aromatizado com sálvia, presunto cru e óleo de tartufo


Ingredientes:

2 colheres (sopa) de manteiga
10 folhas de sálvia
300 ml de creme de leite fresco
120 g de presunto cru cortado em finas tirinhas
400g de tagliolini
gotas de óleo de tartufo para aromatizar
queijo parmesão ralado a gosto
sal e pimenta do reino moída na hora a gosto
finas lâminas de presunto cru para decorar

Modo de Preparo:
Em uma frigideira grande, derreta a manteiga, acrescente as folhas de sálvia, o creme de leite e o presunto cru. Misture bem e cozinhe por alguns minutos, para os sabores se mesclarem. Cozinhe a massa em água fervente com sal e escorra-a al dente. Misture-a ao molho, acerte o sal e a pimenta, pingue o óleo de tartufo e, por último, polvilhe o parmesão. Sirva imediatamente com as lâminas de presunto.

1 de mai. de 2010

Cestinhas de uvas pretas e figo

Ingredientes: 250 g de massa folhada
1 xícara chá) de uvas pretas
3 figos
creme
2 colheres (sopa) de maisena
2 xícaras (chá) de leite
3 gemas
4 colheres (sopa) de açúcar
2 colheres (chá) de essência de baunilha
1/2 xícara (chá) de açúcar de confeiteiro

Modo de Preparo:
Separe as uvas do cacho, lave-as em água corrente e seque-as com toalha de papel. Parta-as ao meio e reserve. Lave os figos, descasque-os e corte em fatias finas. Reserve. Creme: em uma panela coloque a maisena e 1/2 xícara (chá) de leite. Misture bem até a maisena se dissolver. Peneire as gemas sobre a panela, junte o leite restante, o açúcar e a essência de baunilha. Leve ao fogo baixo e cozinhe, sem parar de mexer, até obter um creme espesso. Retire do fogo e deixe o creme amornar por 15 minutos. Ligue o forno à temperatura média. Enquanto isso, abra a massa folhada com um cilindro até formar um retângulo de 17 cm x 20 cm. Em seguida, corte 25 quadrados de 8 cm x 8 cm e disponha-os em 25 forminhas para empadas, com capacidade para 100 ml cada uma, deixando as pontas do quadrado de fora. Coloque-as em uma fôrma retangular de 23 cm x 33 cm e leve ao forno por 10 minutos. Retire do forno e desenforme. Recheie as massas com o creme reservado, distribua as uvas e as fatias de figo e leve ao forno por mais 15 minutos, ou até dourar. Retire do forno e coloque as cestinhas em forminhas de papel.